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terça-feira, outubro 14, 2008

Centro de Recuperação de Montejunto liberta primeira ave

Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Montejunto (CRASM)



"Ao cabo de um ano de funcionamento, o CRASM – Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Montejunto, efectuou, no passado dia 20, na Serra de Montejunto, a primeira libertação de uma ave recuperada, um momento de significado especial para a equipa, ou não fosse esse o objectivo final do seu trabalho.

A ave libertada tratou-se de um milhafre preto, uma das três aves de rapina que inauguram a actividade de recuperação do CRASM, daí que este acto se tenha revestido de singular importância para a equipa que, durante o último ano, dedicou o seu tempo e esforço ao seu tratamento e recuperação.

Pouco passava do meio-dia quando a imponente ave bateu asas e voou, diante do olhar atento e os aplausos de crianças do concelho e de outros curiosos, que quiseram presenciar o especial momento.

Como explicou José Manuel Bernardo, coordenador do CRASM, o seu destino é incerto, podendo permanecer em Portugal ou voltar a África, de onde é oriunda. Encontrando-se, durante o Verão, em Portugal (e em geral no sul da Europa), por força do Inverno esta espécie de aves migra para sul de África, embora, com a alteração do clima, possa também ficar no norte daquele continente, sul de Espanha, ou mesmo no sul de Portugal.

Centro de Recuperação de Montejunto

O milhafre em questão havia sido transferido da Serra da Estrela, de outro centro de recuperação, tendo chegado ao CRASM com uma fractura de asa (já a ossificar) e problemas de nutrição motivados pela mesma. Todos os restantes são oriundos dos concelhos limítrofes.

Não havendo ameaça de extinção, há no entanto que obstar a que as espécies mais comuns possam vir a cair no estatuto de “vulneráveis”, tal como explicou José Manuel.

O centro carece, porém, de apoio, quer por parte de pessoas, quer de instituições que se queiram associar a esta causa.

Uma das fontes de receita do CRASM reside nos denominados apadrinhamentos dos animais em recuperação. Para se apadrinhar um animal, basta contactar o centro, que tem, neste momento, apenas quatro aves disponíveis para o efeito, três mochos galegos e um milhafre preto igual ao que foi agora libertado"...

"Quem encontrar um animal selvagem ferido, saiba que não deve manter o animal muito tempo ao seu cuidado; não lhe deve dar de comer ou de beber, deve mantê-lo isolado (de modo a evitar-lhe situações de stress), e contactar, de imediato, um centro de recuperação ou o SEPNA da GNR.

O CRASM pode ser contactado directamente pelo número 966 775 515, ou através da Junta de Freguesia de Vilar, ligando o 262 771 060."



Jornal Oeste Online noticia

CRASM Quercus

in Jornal de Rio Maior


Comentário: também já lá fui fazer uma visita e fiz um pouco de voluntariado, muito pouco para o trabalho e ajuda que aquele Centro irá necessitar ao longo de meses e anos de funcionamento que se pretende que seja de sucesso e de aumento e melhoramento constante das instalações, que são bastante boas para o efeito, mas que se forem melhoradas e aumentadas melhor, mas isso só será possível com o contributo de quem quiser ajudar. ADOPTEM POR EXEMPLO UMA AVE OU UM ANIMAL QUE ESTEJA LÁ EM RECUPERAÇÃO.

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