Free Web Site Counter
Free Counter

terça-feira, setembro 27, 2011

SOS Alviela Reabilitar - Outubro 2011




PARTICIPEM


Câmara Municipal de Santarém lança a iniciativa SOS Alviela Reabilitar no próximo dia 29 de Setembro de 2011



A reabilitação do rio Alviela é uma prioridade da autarquia que tem vindo a ser desenvolvida com base num trabalho de cooperação entre as Entidades Públicas com competência na Gestão dos Recursos Hídricos, a Comunidade Científica e o envolvimento da população, em particular a comunidade escolar.
A Câmara Municipal de Santarém através da sua Divisão de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável tem alinhado a sua estratégia para a despoluição do rio Alviela no estabelecimento de parcerias estratégicas que possibilitam potenciar os conhecimentos técnico-científicos e recursos à aplicação a um caso real de poluição grave de um recurso hídrico, e à motivação para a participação pública activa nas questões ambientais.
A criação desta rede tem permitido alcançar objectivos neste processo que garantirão a reabilitação do rio Alviela. Regista-se o elevado sucesso obtido pelo número de cidadãos que participaram nos últimos dois anos no Projecto Rios, cerca de 1500.
A iniciativa SOS Alviela foi lançada em 2009, tendo sido desenvolvida todos os anos, numa perspectiva de vigilância e mitigação do impacte negativo de um episódio de poluição grave no rio, com a criação de um procedimento para salvamento de espécies autóctones para tanques, de forma a reintroduzir os exemplares capturados no ecossistema, através da congregação de esforços entre a autarquia, a GNR-SEPNA, a ARH do Tejo, um grupo de proprietários dos terrenos confinantes com o rio, pescadores, e cidadãos activos no ambiente, em 2011 pretende-se que a iniciativa represente uma visão que contribua para a preservação da Biodiversidade e disseminação de boas práticas nas intervenções nas linhas de água.



Destacam-se as seguintes acções abertas ao público:


Sessão de lançamento em 29 de Setembro de 2011:

10H30m – Salão Nobre dos Paços do Concelho;
 Sessão de abertura – Senhor Presidente da Câmara Municipal de Santarém;
 Lançamento da iniciativa SOS Alviela Reabilitar – Chefe de Divisão de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável;
 Ponto de situação dos projectos englobados no Protocolo celebrado entre o Instituto da Água, I.P. (INAG, I.P.), a Administração da Região Hidrográfica do Tejo, I.P: (ARH do Tejo, I.P.), a Câmara Municipal de Alcanena (CM Alcanena) e a Associação de Utilizadores do Sistema de Tratamento de Águas Residuais de Alcanena (AUSTRA) com vista à Reabilitação do Sistema de Tratamento de Águas Residuais de Alcanena | ARH do Tejo;
 Metodologia de reabilitação de rios – Caso de estudo do rio Alviela – Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto | Mestre Pedro Teiga;
 Assinatura de Protocolo de Cooperação no âmbito da Protecção e Valorização dos Ecossistemas Naturais entre o Laboratório de Ornitologia da Universidade de Évora e a Câmara Municipal de Santarém.



15h00m – Aplicação de técnicas de Engenharia Natural no rio Alviela – Vaqueiros;




Workshop Morcegos à solta em Vaqueiros | 6 de Outubro de 2011 - 18H30m/20H00m na sede da Junta de Freguesia de Vaqueiros;





Saída de campo de observação de aves em Vale de Figueira | 8 de Outubro de 2011 – 10H00m/12H30m




Construção de caixas ninho para Coruja-das-Torres na Casa do Ambiente | 14 de Outubro de 2011 – 15H30m/17H30m;




Encerramento - Projecto Rios em Vaqueiros – 22 de Outubro de 2011 – 10H00m/12H30m;



Sessões sobre Reabilitação de Linhas de Água - Acção de formação sobre reabilitação de linhas de água e envolvimento das partes interessadas na gestão sustentável dos Recursos Hídricos nas quatro juntas de freguesia ribeirinhas do rio Alviela:


• Junta de Freguesia de Vaqueiros – 11de Outubro - 18h30m /20H00m

• Junta de Freguesia de Pernes – 12 de Outubro - 18h30m /20H00m

• Junta de Freguesia de São Vicente do Paúl – 13 de Outubro - 18h30m /20H00m

• Junta de Freguesia de Vale de Figueira – 17 de Outubro - 18h30m /20H00m

quarta-feira, junho 15, 2011

“Morcegos à solta na cidade de Santarém” - Noite Europeia dos Morcegos

“Morcegos à solta na cidade de Santarém” - Noite Europeia dos Morcegos, no dia 7 de Julho na Casa do Ambiente


O Município de Santarém associa-se à iniciativa Noite Europeia dos Morcegos e promove o workshop “Morcegos à solta na cidade”, contando com a colaboração de Bruno Silva e Sílvia Barreiro especialistas em identificação acústica de morcegos, que orientarão a sessão teórica e prática. Atendendo a que o tema são os morcegos o workshop irá decorrer no dia 7 de Julho a partir das 20H30, na Casa do Ambiente (Rua Pedro Canavarro, Edifício do Ex-Ginásio do Seminário).

O Programa do Workshop terá os seguintes objectivos:

 Difundir informação sobre identificação, ecologia e conservação das 25 espécies de morcegos em Portugal Continental;
 A importância dos morcegos para o Homem e para os ecossistemas;
 Observação de morcegos no jardim das Portas do Sol.


Pretende-se ainda recolher informação junto da população sobre localização de abrigos de forma a que o Município de Santarém possa colaborar com a Comunidade Científica na recolha de dados para o Atlas dos Morcegos de Portugal Continental, que está a ser criado com o objectivo de mapear a distribuição das 25 espécies de morcegos existentes em Portugal Continental, sendo que a mapeação irá decorrer até 2013.
A Noite Europeia dos Morcegos (resultante do Acordo Europeu para a Conservação dos Morcegos – EUROBATS) pretende sensibilizar a população em geral assim como a comunidade educativa, para a importância destes pequenos mamíferos voadores, muitos dos quais em perigo de extinção.
Este workshop está aberto à participação do público em geral. Todos os interessados em participar nesta sessão, deverão contactar a Divisão de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável através dos contactos:
Telefone: 243 304 450 ou e-mail: drpa@cm-santarem.pt

PEIXES DOS RIOS DE PORTUGAL 2011

A minha página de internet "PEIXES DOS RIOS DE PORTUGAL"

Se quiser conhecer as espécies de peixes dos rios Portugueses pode conhece-las no meu site, com informações e fotos, mesmo de algumas espécies recentemente descobertas/identificadas. Para além dos peixes fique a conhecer outros seres vivos associados ao meio aquático dulçaquicola e algumas ameaças à biodiversidade dos nossos rios e cursos de água doce...

(PEÇO DESCULPA A TODOS OS QUE TÊM TENTADO VISUALISAR A PÁGINA E NÃO O CONSEGUEM, MAS A GEOCITIES FECHOU AS PÁGINAS GRATUITAS, PARA TER ESPAÇO NOS SERVIDORES PARA SITES TIPO HI5, FACEBOOK, ETC... PORQUE É MESMO ISSO QUE PRECISAMOS, NÃO É?!)

NO ENTANTO ALGUMA EMPRESA COLOCOU PARTE DO MEU SITE NUM LINK À PARTE, ALGUMAS FOTOS E PARTES DO SITE NÃO ESTÃO DISPONIVEIS, MAS TENTAREI RESOLVER O PROBLEMA... LOGO QUE POSSA CRIAREI UMA NOVA PÁGINA COM MAIS INFORMAÇÃO E SERÃO REPOSTAS AS FOTOS.

Em baixo novo link:

Para entrar no site CLICAR nos links em baixo:

Entrada no site

Lista de Espécies de Peixes

Impacto das barragens

terça-feira, junho 14, 2011

Sessão de esclarecimento sobre Limpeza e Conservação de Linhas de Água



Sessão de esclarecimento sobre Limpeza e Conservação de Linhas de Água integrada no Projecto de Reabilitação de Linhas de água



A Divisão de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (DADS) da Câmara de Santarém, vai realizar no próximo dia 21 de Junho de 2011, às 18h00, uma sessão de esclarecimento sobre “Limpeza e Conservação de Linhas de Água – Um Dever de Todos”, na Sala da Assembleia Municipal, que conta com a participação da Administração da Região Hidrográfica do Tejo (ARH do Tejo), e que tem como público-alvo, as Juntas de Freguesia do Concelho e população em geral, nomeadamente proprietários de terrenos confinantes com linhas de água.

Esta sessão tem como objectivo divulgar as boas práticas e responsabilidades na requalificação dos ecossistemas ribeirinhos, de acordo com os princípios consignado na Lei da Água – Lei n.º 58/2005 de 29 de Dezembro, de modo a alertar as populações para a importância da gestão sustentável das linhas de água na melhoria da sua função hidráulica, de forma a prevenir situações de inundação que ponham em causa a segurança das populações e seus bens, preservando os ecossistemas ribeirinhos os quais desempenham um papel importante no combate à perda da Biodiversidade.

Para inscrições na Sessão de esclarecimento contactar a DADS através do e-mail: drpa@cm-santarem.pt

Fonte:

http://www.cm-santarem.pt/pracapublica/noticias/Paginas/UmDeverdeTodos%C3%A9moteparasess%C3%A3odeesclarecimentosobreLimpezaeConserva%C3%A7%C3%A3odeLinhasde%C3%81gua.aspx

Outras fontes onde esta iniciativa foi noticiada:

http://noticiasdoribatejo.blogs.sapo.pt/2011/06/06/

http://navegantedosmares.blogspot.com/




Noticias relacionadas:



http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=463&id=68421&idSeccao=7378&Action=noticia

http://www.arhtejo.pt/web/guest/apresentacoes-2010;jsessionid=123050D38803D2E4DE0047C7791228D7?p_p_id=101_INSTANCE_Xtb5&p_p_lifecycle=0&p_p_state=normal&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-3&p_p_col_count=1&_101_INSTANCE_Xtb5_keywords=&_101_INSTANCE_Xtb5_advancedSearch=false&_101_INSTANCE_Xtb5_andOperator=true&_101_INSTANCE_Xtb5_delta=30

http://www.arhtejo.pt/c/document_library/get_file?uuid=cd1027ed-ae48-404a-9794-111bbf561997&groupId=10225

Câmara de Santarém adopta ribeira de Alcobertas - Projecto Rios




A Câmara de Santarém, através da DADS – Divisão de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável vai “adoptar” a ribeira de Alcobertas, numa acção que conta com o envolvimento do Agrupamento de Escuteiros 1073 da Gançaria.

A primeira acção com o envolvimento do Agrupamento de Escuteiros 1073 da Gançaria decorreu no dia 11 de Junho, num troço da ribeira de Alcobertas, com a monitorização através da observação da fauna e flora, assim como através da realização de testes físico-químicos para a avaliar a qualidade da água.
Foi possível capturar juvenis de quase todas as espécies de peixes existentes nesta ribeira, a saber: escalos (Squalius pyrenaicus), verdemã adulta (Cobitis paludica),bogas (Chondrostoma polylepis) e a espécie exótica góbio (Gobio gobio).


O Projecto Rios já é desenvolvido pela Câmara de Santarém desde 28 de Fevereiro de 2008, tendo já envolvido mais de 1000 pessoas.


Com esta acção, o Projecto Rios passou a ter 9 troços de rio adoptados no Concelho:

- 4 troços no rio Alviela – nas freguesias de Vaqueiros, Pernes, São Vicente do Paúl e Vale de Figueira;

- 1 troço no rio Centeio - freguesia de Pernes;

- 1 troço na ribeira do Cubal - freguesia de Alcanede;

- 1 troço na ribeira de Cabanas - freguesia Azóia de Baixo;

- 1 troço no rio das Patas - freguesia de Vale de Santarém;

- 1 troço na ribeira de Alcobertas - freguesia de Gançaria.


A ribeira de Alcobertas possui valores faunísticos importantes, tais como a presença de espécies como o escalo do sul (Squalius pyrenaicus) e enguia (Anguilla anguilla), ambas com estatuto de “em perigo”, no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal.


Estas iniciativas pretendem dar continuidade a um trabalho contínuo de Educação Ambiental e promoção de uma cidadania activa informada e consciente, dando a conhecer os nossos recursos hídricos, biodiversidade associada e a sua importância.










Município de Santarém promoveu o Workshop de Observação de Aves nos dias 19, 20 e 21 de Maio de 2011



Município de Santarém promoveu o Workshop de Observação de Aves nos dias 19, 20 e 21 de Maio de 2011.



O Município de Santarém promoveu o workshop: “A avifauna do Concelho de Santarém”, tendo contado com a prestigiosa colaboração do Dr. Luís Filipe Fonseca Ferreira, Docente da Escola Superior Agrária de Santarém (ESAS) e especialista em observação de aves, que orientou a sessão teórica de dia 19 de Maio e a saída de campo de dia 20 de Maio, no Paúl das Salgadas.

 A sessão teórica no dia 19 de Maio (quinta-feira) decorreu na Casa do Ambiente em Santarém com uma apresentação que abordou a importância do estudo das aves, o surgimento da ornitologia como ciência, a evolução e biologia das aves, Classificação das Aves – Sistemática e Taxonomia, métodos de censos de aves, ocorrência, diversidade e identificação de aves, Regiões Biogeográficas e Medidas de Conservação.

 A saída de campo no dia 20 e 21 de Maio decorreu no Paúl das Salgadas localizado no lugar de Casal do Paúl, freguesia de Almoster, que se situa na confluência de 3 cursos de água: ribeira de Alcobertas, rio Maior e ribeira de Almoster, sendo que este é um dos últimos paúis existentes no Concelho de Santarém. Os participantes nestas acções tiveram oportunidade de observar uma paisagem que possui um mosaico diversificado de vegetação e habitats, tais como: a galeria ripícola dos cursos de água, as sebes que bordejam os caminhos e campos agrícolas, e o próprio paúl que possui valas que permitem a ocorrência permanente de água e zonas de água pouco profunda e temporária. Esta multiplicidade de habitats e paisagem, faz com que a esta área acorram uma grande diversidade de espécies de aves que aqui se alimentam, refugiam, e nidificam, sendo que em cerca de 1h30m foi possível identificar cerca de 35 espécies de aves, cujo registo foi realizado conforme tabela em anexo.
 No dia 21 de Maio foi ainda realizada a monitorização do Paúl com a metodologia do Projecto Rios, em que os participantes entre outras actividades puderam monitorizar a qualidade físico-química da água, fizeram recolha e identificação de macroinvertebrados e outros organismos aquáticos, assim como observação da restante fauna e flora existente.

Lista de espécies observadas nesta saída de campo no link seguinte: http://www.cm-santarem.pt/pracapublica/noticias/Documents/Tabela%20observação%20de%20Aves.pdf






Figura 1 – Colhereiros e garça-real.



Figura 2 – Colhereiros e pernas longas.



Figura 4 – Participantes nas saídas de campo.



Fontes:
http://www.cm-santarem.pt/pracapublica/noticias/Paginas/Observa%C3%A7%C3%A3odeavesnoPa%C3%BAldasSalgadaspermitiuconheceresp%C3%A9ciesdesconhecidasdapopula%C3%A7%C3%A3o.aspx

http://www.cm-santarem.pt/pracapublica/noticias/Paginas/CasadoAmbientepromoveWorkshopsobreAavifaunadoconcelhodeSantar%C3%A9m.aspx

http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=62&cid=35506&bl=1

http://www.oribatejo.pt/2011/05/workshop-%E2%80%9Ca-avifauna-do-concelho-de-santarem%E2%80%9D/

segunda-feira, junho 13, 2011


Municipio de Santarém dedicou dia 13 de Novembro à Conservação dos ecossistemas ribeirinhos


Durante a manhã do dia 13 de Novembro de 2010, teve lugar a sessão de encerramento da “Acção SOS Alviela 2010” que teve como objectivo mitigar o impacto de uma possível descarga poluente no rio Alviela.

Durante a tarde realizou-se o lançamento da “1ª Acção de Reabilitação de rios no concelho de Santarém” que permitiu intervir e reabilitar o troço da nascente da ribeira das Mós/rio Centeio, na Póvoa das Mós, freguesia de Pernes.

Reconhecendo a importância da preservação dos ambientes ribeirinhos para a Conservação da Biodiversidade e a manutenção dos serviços de ecossistema que prestam a Câmara Municipal de Santarém tem-se envolvido activamente em iniciativas para prevenir a degradação e reabilitar os rios e ribeiros do Concelho.

A “Acção SOS Alviela 2010”, que teve início a 12 de Agosto (2010), chega ao fim durante a manhã de dia 13 de Novembro (sábado). Tendo contado com o apoio da Administração da Região Hidrográfica do Tejo, da GNR-SEPNA-Comando Territorial de Santarém, do Centro de Biociências do ISPA – Instituto Universitário, da Resitejo e do Instituto da Conservação da Natureza, e com o contributo da Empresa portuguesa de Águas Livres, esta iniciativa teve como objectivo mitigar o impacte de uma possível descarga poluente no rio Alviela. O saldo foi positivo, não tendo ocorrido mortalidade de peixes durante o período em que decorreu o SOS Alviela e durante todo o ano de 2010.







O lançamento da “1ª Acção de Reabilitação de rios no concelho de Santarém” teve lugar durante a tarde. No troço a reabilitar na nascente da ribeira das Mós/rio Centeio ocorrem ainda várias espécies de peixes autóctones, como a boga portuguesa (estatuto Criticamente em Perigo) e que só existe em Portugal, e o escalo (estatuto em Perigo) que aí se reproduzem.

Trata-se de uma área que exibia alguma degradação com a acumulação de resíduos e a ausência de vegetação ribeirinha, esendo que as intervenções incluiram a plantação de várias espécies de árvores autóctones para estabilização das margens, criação de refúgio para as aves e sombra para os utilizadores do espaço, a remoção dos resíduos e a reabilitação com recurso às técnicas de bioengenharia.

Nesta acção os técnicos da Câmara Municipal de Santarém e da Junta de Freguesia de Pernes contarão com a colaboração da Escola E.B. 2,3 D. Manuel I, do Projecto Cogitações/Escolhas, e dos Escuteiros de Pernes.

Após as monitorizações efectuadas posteriormente verificou-se que os seguintes objectivos foram alcançados:

- Plantação de árvores autóctones nas margens de 6 espécies diferentes (amieiros, salgueiros brancos, freixos, lodãos bastardos, choupo negro e loureiro) com o objectivo de aumentar a estabilidade das margens, criar refúgio para as aves e sombra para os utilizadores do espaço;
- Aplicação de técnicas de bioengenharia, como a aplicação de faxinas nas margens utilizando ramos de salgueiro negro, plantação de alguns salgueiros em estaca para contrariar a erosão das margens e aumentar a estabilidade das mesmas;
- Construção de um açude que permite a migração de peixes quando o curso de água aumenta o caudal e manter alguma água num troço do rio que no Verão tem tendência a secar, permitindo aumentar a área de habitat disponível para os peixes e principalmente para reprodução de anfíbios;
- Esta acção permitiu melhor usufruto deste recurso natural valioso por parte da população e a melhoria das condições ambientais para a Biodiversidade existente.

Fotos do resultado final apresentadas em baixo:












Fontes:


http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=20&cid=26717&bl=1
http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=20&cid=26717&bl=1

(Naturlink)

http://www.cm-santarem.pt/pracapublica/noticias/Paginas/C%C3%A2maradeSantar%C3%A9mdedicadia13deNovembroaosrios.aspx">http://http://www.cm-santarem.pt/pracapublica/noticias/Paginas/C%C3%A2maradeSantar%C3%A9mdedicadia13deNovembroaosrios.aspx ">http://www.cm-santarem.pt/pracapublica/noticias/Paginas/C%C3%A2maradeSantar%C3%A9mdedicadia13deNovembroaosrios.aspx

http://http://www.cm-santarem.pt/pracapublica/noticias/Paginas/C%C3%A2maradeSantar%C3%A9mdedicadia13deNovembroaosrios.aspx ">http://www.cm-santarem.pt/pracapublica/noticias/Paginas/C%C3%A2maradeSantar%C3%A9mdedicadia13deNovembroaosrios.aspx


(Site Câmara Municipal de Santarém)


http://www.correiodoribatejo.com/index.php?option=com_content&view=article&id=2137:camara-de-santarem-promove-accao-de-reabilitacao-dos-rios-do-concelho&catid=59:ambiente">http://www.correiodoribatejo.com/index.php?option=com_content&view=article&id=2137:camara-de-santarem-promove-accao-de-reabilitacao-dos-rios-do-concelho&catid=59:ambiente">http://www.correiodoribatejo.com/index.php?option=com_content&view=article&id=2137:camara-de-santarem-promove-accao-de-reabilitacao-dos-rios-do-concelho&catid=59:ambiente

http://www.correiodoribatejo.com/index.php?option=com_content&view=article&id=2137:camara-de-santarem-promove-accao-de-reabilitacao-dos-rios-do-concelho&catid=59:ambiente">http://www.correiodoribatejo.com/index.php?option=com_content&view=article&id=2137:camara-de-santarem-promove-accao-de-reabilitacao-dos-rios-do-concelho&catid=59:ambiente


(Correio do Ribatejo)

sábado, outubro 31, 2009


Dificuldades no transporte atrasa chegada de dois linces a Silves31.10.2009
Lusa



Chegaram dois linces ao Centro de Reprodução do Lince-Ibérico, Silves, e não quatro como inicialmente previsto, devido à demora no transporte de duas fêmeas, disse hoje fonte do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade.

“A chegada das outras duas fêmeas (...) foi adiada para breve devido à sua demora, durante o dia de hoje, em entrarem nas caixas de transporte. Esta dificuldade na captura dos animais resulta do objectivo de se minimizar a indução de agitação adicional em todas as fases do processo de transferência entre centros de reprodução”, explica o comunicado do Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, que não aponta uma data provável da chegada destas duas fêmeas a Silves.

...

Até ao próximo mês de Dezembro devem chegar, faseadamente, os restantes 13 animais que Espanha cedeu a Portugal para estimular a reprodução da espécie em vias de extinção.

Existem actualmente 250 linces ibéricos na natureza e 74 em centros de reprodução, encontrando-se a maioria dos animais em cativeiro. Desde a década de 1980 que não existem populações estáveis de lince em Portugal, embora no ano 2000 tenham sido recolhidos dejectos de lince que comprovaram a sua presença em território nacional e desde aí se tenham registado alguns avistamentos da espécie em locais próximos da fronteira com Espanha.


Comentários em Publico online:

Contra-natura
Por HV - Coimbra
Se um animal está basicamente extinto, não será contra-natura usar a mão humana para contrariar esta tendência, deveras natural? Os ambientalistas e ecologistas fartam-se de reclamar da influência que o ser humano tem sobre a natureza, e que se deveria reduzir ao mínimo tal interacção. Pois se deixassem a natureza seguir o seu rumo, não era muito mais 'ecologista' do que forçar animais onde não pertencem?


Minha resposta, porque nestas coisas não sou capaz de não dizer nada...

Sr. HV o lince ibérico não é nenhuma espécie exótica, era uma espécie característica das nossas matas mediterrânicas que foi desaparecendo devido a vários factores (redução da população de coelhos, florestação com eucaliptos, perseguição directa, aumento das redes viárias…), no entanto esta espécie possui ainda em Portugal locais com habitat favorável, principalmente junto à fronteira: Malcata, Barrancos, Serra da Adiça…, e alguns desses locais podem ainda ter alguns indivíduos, uns errantes que podem entrar em Portugal vindos de Espanha, outros que poderão já não se reproduzir, mas que podem ir sobrevivendo… pelo que pode nem ser uma reintrodução de uma espécie, pode ser um reforço da população, mas de qualquer forma esta espécie também é nossa e faz todo o sentido que aqui exista, nem que seja através dos exemplares criados em cativeiro, mesmo que estes exemplares possam logo que sejam libertados entrar e sair do nosso País (pq os linces não conhecem fronteiras excepto as auto-estradas, barragens, etc), será sempre benéfico tentar aumentar as populações desta espécie emblemática… ou preferia que se deixasse extinguir?! Se os Humanos têm o poder para destruir também temos de ser capazes do inverso…

Fonte: http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1407709


sábado, outubro 10, 2009



"SOS Alviela, o nosso rio Alviela não está só!" é uma acção pioneira na congregação de esforços das entidades com competências na Gestão dos Recursos Hídricos, numa perspectiva de prevenção, e incentivo à participação pública pró-activa dos cidadãos nas questões ambientais.



Decorreu no dia 3 de Setembro a apresentação da Acção às respectivas entidades e voluntários interessados em participar, não tendo surgido situações de urgência, que obrigassem ao accionamento da acção de salvamento de exemplares de espécies autoctones, realizou-se uma Acção utilizando a metodologia do Projecto Rios no 19 de Setembro, pelas 10h00, com a monitorização do rio Alviela e demonstração de pesca eléctrica em Vaqueiros, em que contaram com a presença do Mestre Pedro Teiga investigador da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, e director técnico do Projecto Rios .


Nas duas acções participaram ainda grupos de pessoas envolvidas na protecção e recuperação de recursos hídricos, como: Doutor João Serrano, do Núcleo Central de Coordenação do Projecto dos Avieiros, Dr. Paulo Constantino, Coordenador do Movimento pelo Tejo (ProTejo), e representantes da Administração de Região Hidrográfica do Tejo, GNR-SEPNA, e sendo a Junta de Freguesia de Vaqueiros, uma entidade parceira e activa nesta iniciativa, contamos ainda com a presença de Firmino Oliveira, Presidente da Junta de Freguesia de Vaqueiros.

A acção é direccionada a todos os cidadãos, como os Jovens da Paróquia, que vão ser acompanhados pelo Padre Ricardo, pescadores, caçadores e possíveis interessados que queiram participar nesta iniciativa ambiental.

A concentração dos participantes tem lugar na Junta de Freguesia de Vaqueiros seguindo posteriormente para observação do rio no lugar dos Rodeados.


O Projecto Rios utiliza uma metodologia que consiste na adopção de um troço de rio de 500 metros, permitindo caracterizar a qualidade ambiental do rio através da observação das características físicas (profundidade, largura, estrutura das margens…) e observação da biodiversidade existente (fauna e flora), com especial atenção para a recolha de macroinvertebrados (larvas de insectos aquáticos e bivalves) e peixes que servem de bioindicadores da qualidade da água do rio.
Uma vez que foi possível realizar uma demonstração de pesca eléctrica, foi possível capturar vários exemplares de barbos, pimpões, escalos e uma enguia... apesar de todas as ameaças o rio possui ainda uma capacidade de recuperação e regeneração, que há primeira vista não seria de esperar!!!

A Câmara Municipal de Santarém, no âmbito deste projecto, adoptou 4 troços localizados no rio Alviela: Secalina em Vaqueiros, Ponte Romana em Pernes, Ponte se São Vicente do Paúl e Foz do rio Alviela em Vale de Figueira.

Durante o ano de 2009, já foram desenvolvidas 20 acções do Projecto Rios, com a participação de 11 grupos, em 2010 pretende-se continuar o trabalho com os grupos já existentes e aumentar o número de grupos aderentes.


O incentivo à participação pública activa é um dos pilares de sustentabilidade do Plano Municipal Estratégico para a Reabilitação do rio Alviela, com esse intuito a Câmara Municipal de Santarém celebrou no dia 28 de Fevereiro de 2008, um Protocolo de Cooperação entre a CMS e a ASPEA (Associação Portuguesa de Educação Ambiental), para o desenvolvimento do Projecto Rios no seu território.


A Divisão de Resíduos e Promoção Ambiental da Câmara de Santarém elaborou o Manual de Actuação em caso de ocorrência de descarga poluente no rio Alviela. Neste Manual constam as espécies piscícolas que devem ser resgatadas e os tanques em que devem ser mantidas até que o rio reúna novamente condições para a sua sobrevivência, dando ainda indicação das entidades a contactar e da metodologia adequada para salvar as espécies piscícolas autóctones do rio Alviela, nomeadamente, os peixes autóctones como a espécie Boga Portuguesa que está listada no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal como criticamente em perigo.

A reabilitação do rio Alviela é uma missão assumida pela Câmara Municipal de Santarém, e está a ser desenvolvida pela sua unidade orgânica de Ambiente, Divisão de Resíduos e Promoção Ambiental que tem promovido o estabelecimento de parcerias estratégicas com entidades com responsabilidade na gestão dos recursos hídricos e detentoras do conhecimento técnico e científico imprescindível para o sucesso deste projecto complexo e exigente.

MAIS INFORMAÇÃO NA NOTÍCIA DO PUBLICO: http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1399238


quarta-feira, junho 17, 2009

Desflorestação mantém população da Amazónia pobre

Estudo mostra ausência de desenvolvimento sustentado
Desflorestação mantém a Amazónia pobre
12.06.2009 - 09h55 Ricardo Garcia

A desflorestação da Amazónia é como uma onda. Quando está no seu auge, até melhora as condições de vida locais. Mas depois que passa, volta tudo a ficar como estava: pobre. Esta é o principal resultado de um estudo hoje divulgado na revista Science, liderado por uma investigadora portuguesa.

Foi a primeira vez que a bióloga Ana Rodrigues - ligada ao Instituto Superior Técnico, à Universidade de Cambridge (Reino Unido) e ao Centro de Ecologia Funcional e Evolutiva (França) - se debruçou sobre o tema da Amazónia. "É um bom sistema de estudo", afirma Ana Rodrigues, cuja principal área de investigação são as relações entre o desenvolvimento e a biodiversidade. "Ali, o desenvolvimento está a acontecer muito rapidamente", justifica.

O estudo hoje publicado - em co-autoria com investigadores do Imperial College de Londres e da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, e do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazónia, no Brasil - apresenta um retrato espacial do nível de vida de 286 municípios da região, em função do grau e intensidade da desflorestação.

Imagens de satélite permitiram classificar os municípios em sete categorias. Num extremo estão aqueles com floresta praticamente virgem. No outro, aqueles que já foram vítimas do abate generalizado de árvores no passado. No meio está a "fronteira" da desflorestação, ou seja, as regiões onde a agricultura e a pecuária, no momento da análise, estavam a avançar com mais força sobre o verde tropical.

O ano escolhido foi o de 2000, para o qual há abundantes dados sobre as condições de vida das populações. Como baliza, os investigadores escolheram o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que agrega num só número a expectativa de vida, a literacia e o nível de vida, medido pelo rendimento per capita.

Os resultados apontam para um processo de boom e colapso, como uma bolha. O IDH dispara nos municípios por onde a onda da desflorestação está a passar. Mas depois cai progressivamente.

No final, quando já não há árvores para cortar, nem terra fértil para a agricultura, o IDH volta para um nível semelhante ao do princípio, quando a floresta era virgem. E o seu valor é substancialmente mais baixo do que a média do país.

"Não está a haver um desenvolvimento sustentado do nível de vida das populações", afirma Ana Rodrigues. Embora a tese em si não seja nova, o estudo apresentou-a sob um novo ângulo analítico.

Não há uma explicação única para o facto de o IDH subir nas zonas de fronteira da desflorestação. A chegada de migrantes de outras regiões com melhores condições de vida pode ser um dos factores. Mas a razão mais provável, especula o estudo, estará no rendimento proporcionado pelos recursos naturais e no acesso ao mercado disponilizado por novas estradas.

Já a queda subsequente do IDH, segundo Ana Rodrigues, terá dois factores determinantes: o aumento da população e uma terra já esgotada e desprovida dos recursos naturais que antes a tornavam tão atraente.

Seis vezes a área de Portugal em 30 anos

Entre 1977 e 2007, a Amazónia perdeu cerca de 570 mil quilómetros quadrados de floresta - mais de seis vezes a área de Portugal.

O recorde anual foi em 1995: 29 mil quilómetros quadrados de verde varridos do mapa. Um novo pico ocorreu já esta década, com 27 mil quilómetros quadrados devastados em 2004. De lá para cá, as áreas têm vindo a diminuir. No último ano, foram cerca de 12 mil quilómetros quadrados - quatro vezes a área ardida em Portugal em 2003.

COMENTÁRIO:

A floresta Amazónica nao é só um monte de árvores que vale dinheiro, a Amazónia é um dos maiores "pulmões" da Terra, tem algumas das maiores reservas de água doce do Mundo e alberga mais biodiversidade do que qualquer outro local na Terra, por isso não se pode pensar na Amazónia de forma simplista... Não é só o CO2 e as alterações climáticas, é salvaguardar um Mundo por descobrir, cehio de espécies que ainda nem conhecemos e que nem sequer sabemos a sua importancia para nós e para o equilibrio do Planeta...
E claro que o Brasil tem o direito de explorar parte desta floresta de forma a conseguir desenvolvimento económico, mas não se pode pensar só em termos económicos... e há formas de aproveitar a floresta de forma sustentável: delimitar áreas florestais para madeira que sejam replantadas (como se faz na Europa), utilizar muitas das plantas que têm potencial medicinal, o comércio de peixes ornamentais também pode ser um importante meio de subsistencia para as populações do Amazonas e afluentes, tantas áreas... mas a Amazónia em vez disso está a ser derrubada de forma irresponsável, estão a quebrar o equilibrio da floresta e quando esse equilibrio se romper tudo será afectado...


quinta-feira, abril 30, 2009

As minhas opiniões em alguns blogs:

As minhas opiniões em alguns blogs:

O Protocolo de QUIOTO como o que existe hoje em dia, não é mais do que uma forma de "alguns iluminados" ganharem uns "trocos" valentes à custa de negociatas, neste caso, de bens ambientais... na minha forma de ver, não é com este protocolo que se vão resolver os problemas ambientais e principalmente reduzir as emissões de CO2, pois, por exemplo um País industrializado pode comprar direitos de emissões a países que não tenham atingido a sua cota, sendo assim a única coisa que se está a fazer é a dar uma compensação aos países menos poluidores, mas na globalidade não se está a reduzir emissões nenhumas... apenas a transferir poluição de um lado para o outro. E depois, tudo isto me parece que foi feito de forma a que economistas e gestores de bolsa ganhassem mais algum dinheiro com algo que não devia ser negociado, nem deveria ter preço. Afinal no fim de tudo, estamos a falar da vida de todos nós e das gerações vindouras.

No: http://arrefeceraterra.blogspot.com/2007/12/inqurito-sobre-ps-quioto.html


AS ENERGIAS ALTERNATIVAS PODEM NAO FICAR BEM NA FOTOGRAFFIA, MAS são bem mais importantes para um País do que muitas das notícias procuradas por jornalistas incessantemente (ex: Paris Hilton na cadeia, Britney Spears fotografada sem cuecas, ou mesmo toda a importância que se dá ao futebol e futebolistas). Sei que é dessas notícias que a maior parte da população gosta e são essas k vendem, mas a construção de uma nova central foto voltaica, eólica, etc, deverão ser sempre notícias de relevo e serão de interesse para uma boa parte da população mais bem formada e com preocupações maiores do que o próprio umbigo. Do desenvolvimento das energias renováveis depende em grande parte a sobrevivência do nosso planeta.

No: http://ecosferaportuguesa.blogspot.com/2007/03/renovaveis-mas-no-fotografveis.html

No mês de Abril voltou a poluição ao Alviela

No mês de Abril voltou a poluição ao Alviela, com várias descargas poluentes... algumas bem visíveis e com consequencias...



http://www.youtube.com/watch?v=kUM0usnZL04

terça-feira, abril 07, 2009

Projecto Rios: Projecto Rios na foz do Rio Alviela

2009-04-06 2009-04-19

Câmara de Santarém e Projecto Rios promovem acções na Ribeira de Pernes e Vaqueiros

A Câmara de Santarém e o Projecto Rios voltam a promover acções junto das populações, com vista à sua sensibilização relativamente à problemática do rio Alviela. Estas acções, abertas à população em geral, têm lugar nos próximos dias 17 de Abril, na Ribeira de Pernes e no dia 18 de Abril em Vaqueiros, e contam com a presença do especialista Mestre Pedro Teiga - coordenador nacional do Projecto Rios.




Durante o mês de Março de 2009 a Câmara Municipal de Santarém, através da sua unidade orgânica de ambiente realizou várias acções de envolvimento da população ribeirinha na problemática do Rio Alviela através da metodologia do projecto internacional "Projecto Rios".


O Projecto Rios foi lançado pela "Associación Habitas para Projecte RIUS Catalunya" e está a ser implementado em Portugal desde 2006, visando a adopção de um troço de rio de 500 metros e monitorização da qualidade da água, de modo a promover a sensibilização dos cidadãos para os problemas e necessidade de protecção dos Rios e contribuir para uma melhoria das zonas ribeirinhas e da qualidade de vida da população, promovendo o Desenvolvimento Sustentável, com uma metodologia testada e reconhecida.



Estas acções, promovidas pela Divisão de Resíduos e Promoção Ambiental (DRPA) da Câmara Municipal de Santarém, dividiram-se em duas componentes complementares: uma formação teórica de apresentação do Projecto Rios e Biodiversidade do Rio Alviela e posteriormente, saídas de campo, tendo estado envolvidos:



ü A Escola E.B. 2,3 D. Manuel I de Pernes, que adoptou o troço do rio Alviela na Ribeira de Pernes (no dia 16 realizou-se a formação teórica e dia 20 de Março realizou-se a saída de campo);

ü O Centro de Bem Estar Social de Vale de Figueira, que adoptou o troço do rio Alviela da Fonte da Bica na Foz do rio Alviela (a formação teórica decorreu no dia 17 e a saída de campo no dia 18 de Março onde puderam participar os idosos com mobilidade);

ü O Agrupamento de Escuteiros 1040 de Vale de Figueira, realizou a segunda saída de campo no âmbito do Projecto Rios, no dia 28 de Março dando continuidade ao processo de adopção do troço do rio Alviela da Fonte da Bica na Foz do rio Alviela. Sendo de destacar que nesta acção foram envolvidos mais de meia centena de escuteiros.



Durante as saídas de campo, observou-se o rio, a fauna e flora, pondo em prática a metodologia do projecto, com especial atenção para a recolha de macroinvertebrados e peixes que servem de bioindicadores da qualidade da água do rio, com explicação do seu significado, por parte do biólogo e técnicos da DRPA.



No dia 28 de Março considerou-se que o estado de saúde do rio estava "bom, com perturbações ligeiras", havendo preponderância de macroinvertebrados característicos de "rio em bom estado a razoável estado": com predomínio de pulgas de água (Daphnia sp.), alguns alfaiates (Gerris lacustris), camarões de rio (Atyaephyra desmaresti) e alevins de boga (Chondrostoma sp.), sugerindo que a qualidade da água é suficiente para permitir a reprodução desta espécie. Por outro lado, surgiram também algumas larvas de mosquito, sendo estas características de "rio em razoável estado a medíocre", e várias gambúsias ou peixes-mosquito (Gambusia holbrooki), assim como muitos lagostins vermelhos juvenis (Procambarus clarkii) que são crustáceos, sendo ambas espécies exóticas (espécies introduzidas provenientes dos E.U.A.) muito tolerantes a perturbações da qualidade ambiental do rio.



Todos os participantes manifestaram grande interesse nas acções desenvolvidas, sendo de realçar o envolvimento de diversas faixas etárias, com experiências diversas, mas que muito enriquecem este projecto com contributos distintos, tendo-se concluído que a iniciativa foi muito positiva para o envolvimento da população nas questões de poluição do rio, bem como na preservação dos ecossistemas do rio Alviela, consubstanciando assim uma estratégia de participação pública em Ambiente, que a curto-médio prazo resultará na melhoria da relação entre o Homem e o rio, contribuindo para a formação de uma cidadania activa nas questões ambientais e que valoriza os recursos naturais como valores a preservar para oferecer às gerações futuras, cumprindo assim com o conceito de Desenvolvimento Sustentável







Projecto Rios: Projecto Rios na foz do Rio Alviela

domingo, fevereiro 15, 2009

Clima empurra as espécies que pescamos para os Pólos

Clima empurra as espécies que pescamos para os Pólos
13.02.2009
Helena Geraldes

Nos oceanos do planeta, a resposta às condições adversas impostas pelo clima deixará de ser a adaptação. Será a fuga. Águas mais quentes e perturbações nas correntes oceânicas obrigarão à redistribuição a larga escala da maioria das espécies nos oceanos. Estas, incapazes de se adaptarem, avançarão em média 200 quilómetros, até 2050, em direcção aos Pólos, às águas mais frias dos oceanos Árctico e Austral. O novo cenário marinho do futuro não deixará de ficar marcado por invasões e extinções locais.

Perante a perspectiva destas “convulsões” oceânicas, William Cheung, coordenador do primeiro estudo à escala global sobre o impacto das alterações climáticas na biodiversidade marinha, prevê “enormes mudanças” para 1066 espécies de peixes e invertebrados.

Este género de atlas - apresentado quinta-feira na conferência anual da AAAS (American Association for the Advancement of Science), em Chicago, e publicado esta semana na revista “Fish and Fisheries” – foi possível graças a um novo modelo bioclimático informático, baseado em três cenários de alterações climáticas e na forma como estes vão afectar as condições físicas e biológicas adequadas para cada espécie. Através dele, cientistas do projecto Sea Around Us, da Universidade da Colúmbia Britânica, da Universidade de Princeton e da Universidade de East Anglia, estudaram as espécies mais capturadas em todo o mundo, como o bacalhau, o arenque, a garoupa e várias espécies de tubarões e camarões.

“Descobrimos que, em média, os animais podem deslocar-se para os Pólos ao ritmo de 40 quilómetros por década”, disse William Cheung, da Universidade de East Anglia, em Norwich, Reino Unido.

O caso do bacalhau do Atlântico foi utilizado como exemplo. “A distribuição do bacalhau do Atlântico na costa Este dos Estados Unidos pode alterar-se em direcção à costa canadiana em mais de 30 quilómetros por década, resultando numa redução de 50 por cento em algumas populações de bacalhau na área até 2050”, disse Cheung. Algumas populações de arenque no Atlântico podem registar diminuições superiores a 20 por cento.

Invasão dos Pólos

Para todos os três cenários climáticos – concentração de dióxido de carbono na atmosfera em 720 partes por milhão (ppm); 550 ppm e continuação da situação em 2000 – estão previstas a invasão de espécies e extinções locais.

As zonas que serão palco de mais invasões de espécies em busca de melhores condições de vida serão os oceanos Árctico e Austral. No entanto, este movimento expansionista em direcção aos Pólos estará limitado pela disponibilidade de habitats adequados, alertam os cientistas.

Mas se há espécies que vão migrar, há outras que, simplesmente, vão desaparecer devido à perda de habitat. As extinções locais deverão ser mais comuns nos trópicos – quando a temperatura das suas águas aumentar e as estas espécies partirem para zonas mais frias -, nos oceanos Austral e Árctico – cujas espécies especializadas, já adaptadas a baixas temperaturas, não terão para onde fugir num cenário mais quente -, Atlântico Norte, na costa Nordeste do Pacífico e nos mares Mediterrâneo, Vermelho e Golfo Pérsico.

Por pior que este cenário possa parecer, a verdade é que os recursos pesqueiros têm ainda outras ameaças com que se preocupar, como a sobre-exploração pesqueira e a poluição. As alterações climáticas funcionam como um amplificador da dimensão do problema da biodiversidade marinha. Por isso, a equipa de Cheung salienta a “urgência em minimizar as emissões de gases com efeito de estufa (...) e em desenvolver estratégias de conservação marinha”. Além disso, a comunidade internacional precisa de agir “para recuperar a capacidade dos organismos e ecossistemas de se adaptarem às alterações do ambiente”.

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1365127

Ártico desaparece dentro de duas décadas

Ártico desaparece dentro de duas décadas



O Ártico tal como é conhecido hoje vai deixar de existir dentro de duas décadas, devido ao aquecimento global que pode fazer aumentar a temperatura na região até 7ºC até meados deste século, segundo especialistas citados pela Folha de S. Paulo.

Segundo o jornal, "o atestado de óbito do Ártico está assinado", observando-se já todos os anos uma reacção em cadeia, que de acordo com especialistas em ciência polar reunidos em Chicago, EUA, não deverá tratar-se de "um mero ciclo passageiro".

"Teremos um Verão sem gelo no Ártico em 2030 ou antes disso", calculou um especialista da Universidade de Colorado, que falava no âmbito da 175ª Reunião Anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência.

O especialista referiu que "com menos gelo, a preocupação com uma certa ocupação da região ártica também deve aumentar", prevendo ainda que "pode aumentar não apenas a navegação em toda a área, como a exploração de petróleo".

"Todo cuidado é importante, porque o Ártico está mais quente em todas as estações do ano, não apenas no Verão. Já temos problema de erosão costeira em algumas zonas. Sem gelo, o vento movimenta mais a água", disse o cientista.

Para o especialista, acrescenta a Folha de S. Paulo, a mudança de comportamento registada em todo o Ártico é "tão crítica, que o ciclo de carbono também pode ser drasticamente alterado", pois com o calor, a tendência é para que toda a matéria orgânica congelada no solo do Ártico liberte carbono para a atmosfera, acrescentou outro cientista.



Ártico desaparece dentro de duas décadas - Expresso online

Etiquetas: , ,

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

Polje de Minde uma das paisagens mais impressionantes do Ribatejo


Polje de Minde uma das paisagens mais impressionantes do Ribatejo

Polje!? o que é isso dirão muitos... Pois em Minde junto à serra de Aire e Candeeiros temos um, e o que é?

No Verão e em anos secos, não se dá pela expectacularidade deste tipo de habitat caracteristico de vales em solos calcários, que está normalmente seco, mas em anos como este de 2009, em que a precipitação começa a ser abundante, forma-se uma lagoa de dimensão variável, que cobre uma área incrivelmente grande e que depois de parar de chover rapidamente vai secando, mas vejam por exemplo este blog que vos apresento de seguida e procurem mais curiosidades na internet sobre esta paisagem peculiar e de extrema beleza... efémera...

Amigos da Pagaia - Minde

Caso Freeport



Caso Freeport



Uma vergonha para o nosso País... de tal modo grande que nem me apetece adiantar muito sobre o assunto, tanto se tem falado do assunto, e tão pouco vai ser feito, à semelhança de outros casos igualmente graves, ... o dinheiro manda... e nunca se sabe onde pára... ou sabe...

Vejam este blog que vale sempre a pena visitar, onde tem uns belos comentários sobre o assunto: ESTRAGO DA NAÇÃO



A confusão, a ver se pega...
Já tinha alertado para a previsível tentativa de lançar operações de contra-informação e tentativas de entropia em torno do processo Freeport. Hoje, no Diário de Notícias (vd. aqui), é revelado que em Novembro de 2003 a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT), terá defendido que o Freeport de Alcochete «não estava sujeito a avaliação de impacte ambiental, mas que por vontade, quer do Ministério do Ambiente quer da Câmara de Alcochete, optou-se por avançar com este procedimento em nome da transparência e do enquadramento da pretensão face à sensibilidade do local». Areia para os olhos ou então grosseira incompetência.

Primeiro, estranho que haja um ofício de Novembro de 2003 (mais de um ano e meio depois da declaração de impacte ambiental) a fazer referências à (des)necessidade de estudo de impacte ambiental ao Freeport. Por que carga de água a CCDRLVT faz essa defesa?

Segundo, esse documento da CCDRLVT parece querer dizer mais ou menos isto: eh pá, isto nem era preciso, mas o Ministério do Ambiente está tão preocupado com o ambiente que obrigámos os promotores a fazer uma coisa que nem era preciso. Ora, isto é uma parvoíce autêntica.

Na verdade, basta ler o Decreto-Lei 69/90 de 3 de Maio para ver que não existem quaisquer dúvidas para a obrigatoriedade de estudo de impacte ambiental para um outlet daquela natureza, tanto mais que aquela zona nem sequer estava abrangida por PDM efectivo. Com efeito, na página 1799 do Diário da República, daquele dia 3 de Maio, que apresenta a lista de infra-estruturas que têm de ser sujeitas a estudo de impacte ambiental, observa-se bem que as unidades comerciais de dimensão relevante (ucdr) com área superior a 0,5 hectares, se for em zonas sensíveis (áreas protegidas nacionais ou Rede Natura, incluindo ZPEs) ou superior a 1,5 hectares se fora dessas zonas têm de ser sujeitas a estudo de impacte ambiental. Ora, apenas a parte do outlet, excluindo zonas de apoio, tem uma área de 12,7 hectares.

Além disso, na mesma listagem do Decreto-Lei refere-se também que se torna obrigatório estudo de impacte ambiental para parques de estacionamento com mais de 1 hectare em zonas sensíveis e mais de 2 hectares fora dessas zonas. Ora, mesmo tendo havido uma redução da área de estacionamento entre o projecto reprovado e o aprovado, o Freeport ficou com uma zona de estacionamento à superfície (integralmente dentro da ZPE) de 4,5 hectares. Concluindo: se projectos há que têm de ter estudo de impacte ambiental, este era um daqueles em que jamais podem existir dúvidas.

Portanto, façam-nos um favor: não nos atirem areia para os olhos. E talvez fosse conveniente que a comunicação social tivesse um olhar mais crítico perante alguns documentos que lhes fazem passar. Não digo que recusem divulgar essa informação, mas talvez tivesse sido conveniente que o jornalista fosse ao Decreto-Lei e visse - e transmitisse - aquilo que aqui se expõe - isto é, a legislação.

ESTRAGO DA NAÇÃO2

domingo, dezembro 14, 2008

Peixes ensinam a gerar electricidade

Peixes ensinam a gerar electricidade

Cientistas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, descobriram uma nova tecnologia para gerar electricidade a partir de correntes de água que se movem lentamente, como os rios em regiões sem quedas de água ou mesmo o movimento dos oceanos.

O equipamento, a que deram o nome de Vivace, nasceu da observação dos peixes e de como eles lidam com as turbulências para se movimentarem de forma eficiente. Essa nova forma de exploração da energia não depende de ondas, marés, turbinas e nem represas – apenas das vibrações induzidas pelos remoinhos.

O Vivace copia alguns aspectos da tecnologia dos peixes, que curvam os seus corpos para deslizar entre os vórtices criados à sua frente. Apenas recorrendo aos seus músculos não poderiam ser impulsionados através da água na velocidade em que nadam.

A simples presença do Vivace na corrente de água cria vórtices alternados acima e abaixo dele. Os vórtices empurram e puxam cada cilindro para cima e para baixo ao longo das suas molas. Esta energia mecânica é utilizada para accionar um gerador, que produz a electricidade.



Série de equipamentos Vivace instalados no fundo de um rio ou do mar.

Fonte: Correio de Manhã

Etiquetas: ,

quarta-feira, dezembro 03, 2008

Brasil quer reduzir a desflorestação na Amazónia em 70 por cento até 2018

A VERDADE POLITICA...






Brasil quer reduzir a desflorestação na Amazónia em 70 por cento até 2018
02.12.2008
AFP


O Governo brasileiro anunciou ontem um plano nacional sobre as alterações climáticas no qual fixa como objectivo a redução de 70 por cento na desflorestação da Amazónia até 2018.

O plano foi anunciado ontem numa cerimónia onde participou o Presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e será apresentado pelo ministro do Ambiente, Carlos Minc, na conferência da ONU sobre alterações climáticas que abriu ontem em Poznan, na Polónia. Esta é a primeira vez que as autoridades brasileiras aceitam fixar objectivos precisos de redução da desflorestação.

“Só com a redução da desflorestação na Amazónia, o plano prevê que sejam emitidas menos 4,8 mil milhões de toneladas de CO2 (dióxido de carbono) até 2018, o que é superior aos esforços anunciados por todos os países ricos”, comentou Minc aos jornalistas.

O Brasil é considerado o quarto maior emissor de gases com efeito de estufa (GEE). A desflorestação representa 75 por cento dessas emissões.

O compromisso assumido pelo Governo brasileiro equivale a reduzir em 70 por cento a desflorestação na Amazónia, com base na média de desflorestação dos anos de 1996 a 2005, ou seja, 19.500 quilómetros quadrados/ano. Mas como a desflorestação actual é de 12.000 quilómetros quadrados, isso equivale a diminuir os abates em 50 por cento.

De 2004 a 2007, o Brasil reduziu em 59 por cento a desflorestação depois de um pico histórico em 2004, de 27 mil quilómetros quadrados.

Minc anunciou que o Brasil pretende, através deste plano, “aumentar o número de doadores do Fundo para a Amazónia”, criado por Lula em Agosto e destinado a receber os donativos de todo o mundo para lutar contra a desflorestação. Em Setembro, a Noruega doou mil milhões de dólares (cerca de 789 milhões de euros) para este fundo.

ONG prudentes

As organizações não governamentais (ONG) de defesa do ambiente felicitaram este compromisso mas consideraram que ainda está longe de responder ao desafio da desflorestação. Consideram que o Governo terá partido de uma média inferior de desflorestação para garantir resultados mais imediatos.

“Mais vale tarde que nunca”, comentou o director dos Amigos da Terra, Roberto Smeraldi. Mas estimou que este plano ainda está “longe de responder à dimensão do desafio” que exige a luta contra a desflorestação.

“É uma proposta tímida que não dá ao Brasil uma posição de líder e espero que isso seja dito em Poznan”, estimou o especialista em ambiente à rádio CBN, Sérgio Abranches.

José Marengo, cientista do Instituto de Investigações Espaciais (INPE) – um instituto que monitoriza os avanços da desflorestação – considera que se a desflorestação se mantiver ao ritmo actual, “a partir de 2040 a vegetação da Amazónia poderá tornar-se numa espécie de savana que deixará de absorver CO2, tornando-se um emissor”.


Fonte: PUBLICO - AMAZONIA

O meu comentário no site do PUBLICO ONLINE:

As coisas são mais complicadas do que pensam...
Por Marco Arruda - Str
Quando é que percebem que a Terra é um ecossistema muito complexo, e claro que não são só as florestas que são importantes em termos de alterações climáticas e produção de oxigénio, mas florestas como a Amazónia são muito importantes, porque têm uma biodiversidade que ainda hoje não é suficientemente conhecida, existem nesta e noutras florestas interacções entre espécies tão importantes, que o desaparecimento de certos insectos podem levar à extinção de plantas e vice-versa... e em ultima análise o desaparecimento de certas espécies pode afectar-nos de formas que nem imaginamos. "Uma espécie de Efeito borboleta...". Em termos de produção de oxigénio pode não ser mais representativa que os Oceanos, mas,... se alguém falou nos oceanos, por um lado tem razão, mas reduzir o aumento da poluição nos oceanos vai ser um processo muito mais demorado e de dificil aplicação do que a já de si dificil e até quase impossivel tarefa de reduzir a destruição da floresta (tendo em conta que hoje em dia já há acesso a zonas antes inacesiveis devido às estradas construidas para transportar soja e gado, que permitem o acesso de novos "agricultores", madeireiros e pessoas pobres que não têm outra alternativa do que aproveitar todas as formas de ganhar dinheiro num País rico e em desenvolvimento, mas que ainda é considerado de 3º Mundo, devido às enormes desigualdades sociais).
E houve alguém que disse que a floresta amazónica ainda corresponde a 85% da área original... isso deve ser a história da carochinha que contam no Brasil... isso é totalmente mentira... basta ver imagens mais recentes de satélite, para ver a enormidade de floresta que já foi abatida... e é de notar que por satélite não se detecta bem que floresta está degradada...





A VERDADE NO TERRENO...

"Desmatamento na Amazônia cresce 775% em um mês"


O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) divulgou, nesta segunda, 02/06, dados sobre o desmatamento na Amazônia Legal, referentes à abril deste ano. De acordo com o sistema Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo real), houve um aumento de 774,48% no desmatamento na região.
Em março de 2008, foram 145 km² de novas áreas desmatadas, já em abril, este número passou para 1.123 km², área equivalente à cidade do Rio de Janeiro. 70% por cento da degradação (794 km²) estão no estado de Mato Grosso. Em março, o sistema havia registrado 112 km² no estado. Roraima e Rondônia são, respectivamente, os outros dois estados que dividem o podium com Mato Grosso.Os números confirmam a tendência de aumento da devastação registrada desde o fim de 2007, após três anos consecutivos de queda. Os cálculos foram feitos com base em imagens de satélite do Deter, que identifica áreas desmatadas ou com floresta em estágio avançado de degradação acima de 25 hectares. O Inpe não tem como determinar em que mês uma área foi desmatada, apenas o momento em que o corte foi detectado...


Fonte: Blog ecologia e INPE

Etiquetas: , ,

sexta-feira, novembro 28, 2008

Câmara limpa margens dos rios para evitar cheias


Câmara limpa margens dos rios para evitar cheias
(Bombarral)

Para evitar as situações ocorridas há dois anos atrás, o Município do Bombarral, à semelhança do que já tinha feito no ano passado, efectuou trabalhos de limpeza nas margens dos rios Real e Corga.

Em Novembro de 2006 o concelho do Bombarral foi fustigado por uma intempérie que causou inúmeras inundações. As situações mais preocupantes registaram-se na entrada Norte da vila e nas aldeias da Columbeira e da Delgada, onde várias habitações e estabelecimentos comerciais foram inundados, tendo havido inclusive necessidade de se proceder à evacuação de algumas pessoas.

Para que estas situações não se voltem a repetir, a autarquia tem vindo a limpar as margens dos dois principais rios que atravessam o concelho, que por acumulação da vegetação e de resíduos acabaram por transbordar, causando enormes transtornos à população no Inverno de 2006.

Os trabalhos de limpeza foram levados a cabo ao longo do troço do rio que atravessa a zona urbana da vila, desde a entrada Norte, passando pelas traseiras do Anfiteatro Municipal e da Estação de Caminhos-de-Ferro, até próximo das antigas instalações do Instituto da Vinha e do Vinho, no Cintrão. A zona da Quinta da Granja é outro dos locais abrangidos por esta intervenção.


Comentários:
Por Marco Arruda [ip83.144.141.52] em 28-11-2008 21:03

Perfeita asneira não só pela época errada de actuação, mas também porque se todas as limpezas forram radicais como a da foto, o que vai ocorrer é forte erosão, com arrastamento de terras marginais, lexiviação de fertilizantes e outros produtos usados na agricultura e perda das funções naturais dos rios, já que deixa de haver local de abrigo para a fauna, a perda de coberto vegetal de forma radical, vai promover o crescimento de infestantes, como as canas, que depois são muito mais problemáticas em termos de obstruções e perda de biodiversidade.
Em centenas de anos não aprendemos nada em termos de ecologia apesar de existirem no País optimos técnicos, que não podem aplicar os seus conhecimentos.
...Ao cortarem toda a vegetação, incluindo árvores e pequenas árvores em crescimento estão a fazer om que o rio seja apenas uma passagem de água, um canal sem vida e sujeito à força erosiva da água da chuva e vento, até mesmo em termos paisagisticos o rio e a sua envolvente perdem muito. As canas têm assim o local ideal para se desenvolverem ao longo de todas as margens, pois deixam de ter ensombramento de árvores nem competição, as árvores ao deixarem de existir deixa de haver suporte das margens, pelas suas raizes, para além disto, a erradicação das canas terão custos enormes na sua erradicação continua, que terá de ser feita todos os anos, e as plantas autoctones não poderão desenvolver-se pois as canas não o permitirão e a acção constante das máquinas também não.
A limpeza de rios e outros cursos de água deveria ser feita tendo em conta as suas funções ecológicas, valorização paisagistica e usando técnicas que não descaracterizassem algo que se pretenderia ser o mais próximo do natural possível.

Para ver técnicas interessantes de estabilização de margens e permitir um adequado escoamento da água, consultar:

No blog

Engenharia Verde

Intervenções positivas do INAG

Intervenções numa antiga escombreira

Rota das ribeiras do Algarve

Lagoa de Pataias

Movimento em defesa do Rio Tinto

Pedro Teiga

restauracionderios.org

Macedo

Reabilitação do rio Leça


Ass: Marco Arruda - Biologo

--------------------------------------------------------------------------------
Por Maximino Martins [ip84.91.8.79] em 21-11-2008 00:03

Perfeito disparate...!!!

Quem vai sofrer...?
A Lagoa de Óbidos...!!!

Quando aprendem que não é nesta epoca que se limpam os rios...?
Devem ser limpos, de maneira a que as margens possam já ter alguma vegetação quando as cheias acontecem, de maneira a a evitar ao máximo, o transporte das terras soltas pela água.

--------------------------------------------------------------------------------
Fonte Jornal Oeste online: Limpeza de rios

domingo, novembro 09, 2008

Musica de Salif Keita no filme Muhammed Ali

Musica de Salif Keita no filme Muhammed Ali:

Video cómico sobre a TV

Video cómico sobre a TV

sábado, novembro 08, 2008

Uma das minhas musicas preferidas: Perfume - Intervalo

Etiquetas:

Gostei de ver este comentário do Ricardo Araujo

Gostei de ver este comentário do Ricardo Araujo Pereira que conhecemos de programas, como o Gato Fedorento ou o ultimo Zé Carlos...

"Quem deve 700 euros pode ter problemas: intimações, tribuanis, penhoras. Quem deve 700 milhões, em princípio, está mais à vontade. Se contrair empréstimos, já sabe: aponte para cima"

"Qual é, hoje em dia, a profissão mais rentável? Jogador de futebol? Advogado? Namorada de jogador de futebol? Não. Creio que o ramo de actividade mais atraente para quem quer construir uma carreira de sucesso é ser proprietário de um banco falido. Enquanto o banco não vai à falência, retiram-se todos os benefícios que ser banqueiro oferece; quando vai à falência, não se suporta nenhuma das desvantagens ­ o Estado toma conta de tudo. Quem deve 700 euros pode ter problemas: intimações, tribunais, penhoras. Quem deve 700 milhões, em princípio, está mais à vontade. Se contrair empréstimos, já sabe: aponte para cima. No que toca a devedores, aplica-se o mesmo princípio de mérito que rege o resto da sociedade: os maiores e mais talentosos têm mais dinheiro e prestígio.

Levando tudo isto em consideração, não se percebe por que razão não há programas de auxílio à criação de bancos falidos. É certo que, no momento em que vão à falência, os apoios não faltam. Mas, tendo em conta que se trata de uma actividade tão proveitosa, não deveria ser incentivada desde cedo?

Como toda a gente, teria todo o gosto em fundar um banco falido. Desgraçadamente, contudo, não tenho curso de economia ou gestão, e temo que a minha falta de preparação técnica me levasse a criar um banco bem sucedido e próspero, o que não interessa a ninguém. Só os mais conceituados e bem pagos gestores parecem ter a capacidade para conduzir um banco estrondosamente à bancarrota..."


Fonte PUBLICO: Se contrair empréstimos, já sabe: aponte para cima

Etiquetas:

sexta-feira, outubro 24, 2008

Espanha aprova (aumento do) transvase do Tejo que pode afectar caudal do rio em Portugal

Espanha aprova transvase do Tejo que pode afectar caudal do rio em Portugal
24.10.2008
Lusa, PÚBLICO



"O Governo espanhol aprovou hoje um transvase de 40,5 hectómetros cúbicos de água entre os rios Tejo e Segura, correspondente ao último trimestre do ano. A questão há muito que gera polémica no país vizinho e em Portugal. As associações ambientalistas alegam que os critérios de cálculo dos desvios de água estão desactualizados e que não se tem tido em conta a diminuição progressiva do caudal do rio mais comprido da península.

O valor do transvase foi definido durante a reunião do Conselho de Ministros (22,5 hectómetros serão para abastecimento humano e os restantes para rega), anunciou a vice-primeiro-ministro, María Teresa Fernández de la Vega. Segundo o Governo espanhol a medida beneficiará 2,5 milhões de habitantes em 79 municípios de Múrcia, Alicante e Albacete.

O valor do transvase foi determinado pela comissão que gere o tema, numa altura em que as reservas na nascente do Tejo se situam nos 315 hectómetros cúbicos, acima dos 240 hectómetros cúbicos limite.

Mas a medida não é consensual. A decisão foi contestada pela região de Castela La Mancha e por associações ambientalistas tanto de Espanha como de Portugal que exigem novos critérios para cálculos de desvios de água que dizem estar desactualizados desde dos anos 80.

Foi aliás um ano antes, em 1979, que o projecto inicial foi concluído. As autoridades espanholas conceberam-no por considerarem vital o abastecimento das populações do sudeste de Espanha "uma região ideal para a agricultura", mas marcada pela "escassez da água".

Desta forma, o transvase entre os dois rios passou a constar do Plano Nacional de Obras Hidráulicas, em que duas das 14 barragens do rio Tejo, em território espanhol, proporcionam a transferência de água.

Para a Confederação Hidrográfica do Tejo o transvase continua a ser "um elemento fundamental" do desenvolvimento da região mediterrânea do sudeste espanhol".

Tejo vive situação “insustentável”
A capacidade deste rio, de poder garantir um transvase de 600 hectómetros cúbicos, anualmente, "considera-se hoje inalcançável". Desde o início da década de 80 e em média, o Segura recebe anualmente 350 hectómetros cúbicos.

Além disso, esta semana o governo regional de Castela La Mancha denunciou que a nascente do Tejo tem actualmente menos água que a do Segura.

Os dados foram divulgados pela porta-voz do governo regional, Isabel Rodríguez, que referiu que as albufeiras na nascente do Tejo têm actualmente 42 hectómetros cúbicos menos que no ano passado, enquanto no Segura há 21 hectómetros cúbicos mais que há um ano.

A polémica proposta de terminar o transvase entre o Tejo e o Segura em 2015, contida no Estatuto de Autonomia de Castela la Mancha (actualmente em debate parlamentar) deve ser chumbada devido a um acordo político.

Os dois maiores partidos, PP e PSOE, terão já chegado a acordo para retirar esse tema do estatuto, argumento que a água é uma competência nacional e que, por isso, transcende textos regionais, como os estatutos de autonomia.

Ao mesmo tempo, o governo regional argumenta que o Tejo vive uma situação "insustentável" e que nem sequer estão a ser respeitados os caudais mínimos ambientais no que é o rio mais importante da Península Ibérica."


Fonte PUBLICO: Transvase de água do Tejo para o Segura

Comentário: Uma vergonha nao se ver nenhuma movimentação política por parte dos nossos governantes Portugueses, para acautelar o que também é NOSSO, para defender um recurso importantíssimo, tanto em termos Ambientais, e até económico, nas questões realmente importantes simplesmente não reagem... O povo Espanhol luta mais pelos nossos direitos do que nós próprios, já que muitas associações ambientalistas Espanholas e muitos Espanhois têm sido contra este processo de transvase, que há muito nem deveria ser permitido, e que faz com que o rio Tejo chegue muitas vezes à nossa fronteira quase sem água, chegando mesmo a interromper o seu curso... UMA VERGONHA

Etiquetas: , ,

quinta-feira, outubro 23, 2008

Programa ZÉ CARLOS - Critica politica. LOL





Etiquetas:

terça-feira, outubro 21, 2008

Políticas “verdes” da Califórnia criaram mais de um milhão de empregos em 30 anos

Políticas “verdes” da Califórnia criaram mais de um milhão de empregos em 30 anos



Foto fonte wikipédia: Califórnia

Califórnia criou 1,5 milhões de empregos nos últimos 30 anos e poupou 56 mil milhões de dólares (cerca de 47 mil milhões de euros) com a factura energética desde 1972 porque utilizou a energia de forma mais eficiente do que os outros estados norte-americanos, revela um estudo do economista David Roland-Holst divulgado ontem. Em média, um californiano gasta menos 40 por cento de electricidade do que a média do país.

O estudo “Energy Efficiency, Innovation, and Job Creation in California”, coordenado por Roland-Holst, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, revela que as políticas energéticas eliminaram 25 mil postos de trabalho mas criaram 1,5 milhões, de 1977 a 2007.

Este economista do Centro para a Energia, Recursos e Sustentabilidade Económica, daquela universidade, concluiu também que com as medidas os consumidores pouparam cerca de 56 mil milhões de dólares (cerca de 47 mil milhões de euros) com a factura energética desde 1972.

“Os consumidores puderam reduzir os gastos com a energia (...); essas poupanças foram aplicadas em outras necessidades”, revela o estudo, citado pelo “New York Times”...


Políticas verdes e desenvolvimento

Comentário: Afinal desenvolvimento pode ser compatível com redução do consumo energético, menor emissão de CO2 e maior eficiência, ao contrário do que muitos lideres políticos defendem...

Etiquetas: ,

O templo de todas as garrafas



O tempo budista Wat Pa Maha Chedi Kaew, na província tailandesa de Sisaket (600 quilómetros a Norte de Banguecoque), descobriu uma maneira ecológica de se descartar das garrafas de vidro usadas: utiliza-as para construir tudo, desde um crematório às casas-de-banho. Por isso é conhecido por "Wat Lan Kuad" ou "Templo de um Milhão de Garrafas". Foto: Chaiwat Subprasom/Reuters

Comentário: Forma interessante de fazer reciclagem, e ainda por cima ficou bonito e tornou-se uma atracção turística...

Em:
Um templo feito de garrafas

Etiquetas: , ,

sábado, outubro 18, 2008

Sopa de Plástico - Poluição por resíduos concentra-se nos Oceanos

Sopa de Plástico



"Cientistas alertam para a enorme quantidade de lixo plástico despejado nos oceanos de todo o mundo. Referem as duas enormes ilhas de plástico flutuante do Oceano Pacifico, que são já consideradas as maiores concentrações de lixo do mundo, com cerca de mais de 1000 km de extensão. Esta dupla concentração de lixo extende-se a partir da costa da Califórnia, atravessa o Havai e chega a meio caminho do Japão, atingindo uma profundidade de cerca de 10 metros e 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos.
Pedaços de redes de pesca, garrafas, tampas, bolas, bonecos, sapatos, isqueiros, sacos de plásticos, pequenos pedaços impossíveis de identificar e muito de tudo o que é possível ser fabricado em plástico. Segundo os mesmos cientistas, a mancha de lixo, ou sopa de plástico tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.
Esta mancha encontra-se actualmente dividida em duas grandes áreas, ligadas por uma parte estreita, junto ao atol de Midway. Um marinheiro que navegou pela área disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. “Como foi possível fazermos isso?Naveguei mais de uma semana sobre todo aquele lixo...”.
Refira-se ainda que todas as peças plásticas fabricadas desde que se inventou este material e que de alguma forma não foram recicladas, ainda estão em algum lugar do planeta. Simplesmente porque a generalidades dos plásticos demoram entre os 300 e os 500 anos a decompor.
Tamanha quantidade de lixo plástico é grave para a vida marinha. Segundo o Programa Ambiental das Nações Unidas, o plástico constitui 90% de todo o lixo flutuante nos oceanos e é a causa da morte de mais de um milhão de aves marinhas todos os anos, bem como de mais de cem mil mamíferos marinhos..."

VER ARTIGO COMPLETO EM:

Sopa de Plástico no Blog de Gomes Torres

Etiquetas: , ,

terça-feira, outubro 14, 2008

Centro de Recuperação de Montejunto liberta primeira ave

Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Montejunto (CRASM)



"Ao cabo de um ano de funcionamento, o CRASM – Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Montejunto, efectuou, no passado dia 20, na Serra de Montejunto, a primeira libertação de uma ave recuperada, um momento de significado especial para a equipa, ou não fosse esse o objectivo final do seu trabalho.

A ave libertada tratou-se de um milhafre preto, uma das três aves de rapina que inauguram a actividade de recuperação do CRASM, daí que este acto se tenha revestido de singular importância para a equipa que, durante o último ano, dedicou o seu tempo e esforço ao seu tratamento e recuperação.

Pouco passava do meio-dia quando a imponente ave bateu asas e voou, diante do olhar atento e os aplausos de crianças do concelho e de outros curiosos, que quiseram presenciar o especial momento.

Como explicou José Manuel Bernardo, coordenador do CRASM, o seu destino é incerto, podendo permanecer em Portugal ou voltar a África, de onde é oriunda. Encontrando-se, durante o Verão, em Portugal (e em geral no sul da Europa), por força do Inverno esta espécie de aves migra para sul de África, embora, com a alteração do clima, possa também ficar no norte daquele continente, sul de Espanha, ou mesmo no sul de Portugal.

Centro de Recuperação de Montejunto

O milhafre em questão havia sido transferido da Serra da Estrela, de outro centro de recuperação, tendo chegado ao CRASM com uma fractura de asa (já a ossificar) e problemas de nutrição motivados pela mesma. Todos os restantes são oriundos dos concelhos limítrofes.

Não havendo ameaça de extinção, há no entanto que obstar a que as espécies mais comuns possam vir a cair no estatuto de “vulneráveis”, tal como explicou José Manuel.

O centro carece, porém, de apoio, quer por parte de pessoas, quer de instituições que se queiram associar a esta causa.

Uma das fontes de receita do CRASM reside nos denominados apadrinhamentos dos animais em recuperação. Para se apadrinhar um animal, basta contactar o centro, que tem, neste momento, apenas quatro aves disponíveis para o efeito, três mochos galegos e um milhafre preto igual ao que foi agora libertado"...

"Quem encontrar um animal selvagem ferido, saiba que não deve manter o animal muito tempo ao seu cuidado; não lhe deve dar de comer ou de beber, deve mantê-lo isolado (de modo a evitar-lhe situações de stress), e contactar, de imediato, um centro de recuperação ou o SEPNA da GNR.

O CRASM pode ser contactado directamente pelo número 966 775 515, ou através da Junta de Freguesia de Vilar, ligando o 262 771 060."



Jornal Oeste Online noticia

CRASM Quercus

in Jornal de Rio Maior


Comentário: também já lá fui fazer uma visita e fiz um pouco de voluntariado, muito pouco para o trabalho e ajuda que aquele Centro irá necessitar ao longo de meses e anos de funcionamento que se pretende que seja de sucesso e de aumento e melhoramento constante das instalações, que são bastante boas para o efeito, mas que se forem melhoradas e aumentadas melhor, mas isso só será possível com o contributo de quem quiser ajudar. ADOPTEM POR EXEMPLO UMA AVE OU UM ANIMAL QUE ESTEJA LÁ EM RECUPERAÇÃO.

Etiquetas: